31 dezembro 2017

" Tu vens, tu vens e eu já escuto os teus sinais ! ”



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Cleonio Dourado


Ei, chegue devagar, não tenha pressa. Venha ao meu encontro cheio de coisas boas tá? Celebre. Comemore. Faça festa. Só quero boas novas, coisas boas e dias felizes. Tristeza? Não me interessa. Venha doce, trazendo todos os seus hojes e cada uma de suas horas. Simbora! Chegue, fique, não tenha pressa, seja lento pra ir embora. Olha, te quero carregado de bons dias, incontáveis alegrias e mil felicidades. Meses cheios de melhores sorrisos, maiores amigos, família unida, saúde, verdades. Isso é o melhor que a vida pode dar. Vou precisar de todos eles. Quero todos eles. Pode trazer, pode me dar.

Ei, ouvi dizer que o senhor levanta quem se sente derrotado, que o senhor dá mais uma chance a quem já desistiu. Então: Partiu! A sorte me sorriu. Esse que veio antes de você, me trouxe ensinamentos, experiências, vivências, conquistas, e vitórias e apesar de alguns dias de dores, dissabores, desamores, derrotas e dúvidas, sou todo gratidão viu. Olha, se puder me traga sempre o nascer do sol, cheirando a esperança, pra quando eu me sentir inseguro, fraco, criança, ter pra onde olhar e me rejuvenescer, me renovar, motivar. De vez em quando é bom que mude as notas, troque os acordes e refaça todas as canções que me fizerem triste. Me diga aquelas suas palavras usando do sussurro dos ventos: Resiste, persiste, insiste, conquiste!

Escuta, te digo logo, não vou usar roupa nova, nem tampouco de cor isso ou aquilo, não acredito, pra mim não representam nada. Vou te receber revestido mesmo é de minha fé, da cor que meu coração quiser, creio que o que abre os caminhos é o brilho do olhar, é o acreditar, é o espírito cheio de confiança. Esperança! Levo nos mesmos bolsos, novos sonhos e novos desejos. Deixo para trás, no lixo, velhos medos e anseios. Em minhas mãos, trago muita vontade de conquistar o que sei que já é meu. Nem preciso contar sementes ou pular ondas. Quero mesmo é contar abraços e beijos, fazer laços e festejos, saltar sobre tudo que for ruim, que fiquem lá, no chão, longe de mim. Simples assim.

Ei, venha suave, venha bonito, positivo, perfumando, venha brilhando. Quero, de pés no chão, mas sonhando, te agradecer por tudo que sei que já me trazes de bom. Porque a vida continua, com seus momentos que nos empolgam e surpreendem, com suas luzes no fim do túnel, que se apagam e acendem e quanto mais a gente espera esse trem, mais a gente sabe que a vida tem pressa, o tempo não pára e você já está aí, ansioso a nossa espera. Sei que vou com fé te receber. Sei que cada milagre do dia é a gente quem faz. Sei que acreditar que vai ser bom, é o que faz vencer. Sei que já sou grato a ti demais!

“Tu vens, tu vens e eu já escuto os teus sinais!”

Seja bem vindo, ANO NOVO, te espero com todo amor do mundo!



Postado em Conti Outra


Leo Rojas - Circle of Life







Aleluya by Edgar Muenala




29 dezembro 2017

Vida ... Seja este nosso desejo de Ano Novo !



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Alessandra Piassarollo


Aproximando-se o fim deste ano e já sentindo abertas as possibilidades para o novo tempo que vai chegar, é natural que muitas pessoas façam uma verdadeira corrida para o lançamento de seus projetos e futuras conquistas. Enquanto percebo o mundo à minha volta traçando planos em vista das páginas em branco que logo chegarão, decidi que o plano ideal para o ano prestes a se inaugurar é pedir VIDA.

Não que isso seja exatamente uma novidade. Talvez até seja um plano um pouco óbvio demais. Mas o fato é que entre a gama de cores que se usa para celebrar a mudança no calendário, nunca ouvi falar de uma para pedir Vida. Achei que talvez esse pedido não esteja sendo tão cogitado.

Pois eu, por decisão irrevogável e antes de tudo, quero vida. E apesar de não saber que cor usar para recebê-la, tenho gana de ver meu desejo atendido. E com todo exagero a que tenho direito, preenchê-la com muito amor.
QUERO PRESENTEÁ-LA COM SAÚDE E DISPOSIÇÃO; OFERECER SORRISOS, MÚSICA E FELICIDADE, ATÉ QUE ELA SE SINTA PLENA E REALIZADA.
Não quero gastá-la com tristeza nem solidão. Sentimentos escuros encurtam a vida. E quero-a bem longa, para fazer caber nela todas as amizades adquiridas. E que ainda sobre um espacinho para por sonhos e força de vontade. Espero que a vida me dê muitas oportunidades: de entrever bandeiras de paz hasteadas nos corações e pessoas sendo felizes a pleno vapor. Apreciarei muito se tiver um tempinho de sobra pra ver a vida passar, ansiando para que ela também saiba cantar coisas de amor. Ou, pelo menos, que dê rodopios à minha volta, o entusiasmo fazendo-lhe companhia.

Neste ano novo, quero entrar na escola da vida. Sentar com tranquilidade e aprender suas lições valiosas. Gostaria que ela me ajudasse a dobrar os joelhos, para pedir e agradecer; que me ensinasse a precisar de pouco, a reclamar de menos, a manter a paciência em seu devido lugar. Seria ótimo se ela me arrancasse suspiros de emoção e me fizesse derramar quase nada de arrependimento.

Desejo tê-la em sua melhor forma, feito flor recém-desabrochada. Cuidá-la-ei com todo meu afeto. Sei que ela é o alicerce para todas as conquistas.

E assim, quando ouvir os sons tão característicos, de fogos e de abraços comemorativos, erguerei minha taça para exclamar: um brinde à vida !

FELIZ ANO NOVO !



Postado em Sábias Palavras 






Proibir manifestações, em Porto Alegre, em apoio ao Lula é ilegal



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28 dezembro 2017

A mídia brasileira quer que Lula desista de sua luta por justiça e democracia !




Furgões da Folha voltam a cruzar as ruas do Brasil


Miguel do Rosário

“O cacique petista se põe acima da lei; no desespero, aposta no descrédito da Justiça e da própria legitimidade do processo eleitoral”, diz a Folha, em editorial, ele sim desesperado.


A Folha mergulhou tão fundo no golpe de Estado de 2016, um golpe que ela não quer chamar de golpe, assim como tentou chamar a ditadura de “ditabranda”, que agora não sabe como sair dele. Nem consegue enxergar mais nada à sua volta.

Desorientada, a Folha se dispõe novamente (como fez na ditadura) a emprestar seus forgões ao regime de exceção, um regime desta vez não liderado por militares, mas por bandidos de toga.

Se existe algum valor na sentença de condenação de Sergio Moro, mercenário da Globo, é uma lição filosófica e política de consequências profundas: não devemos respeitar sentenças judiciais, nem o judiciário, quando este não respeita a jurisprudência, o bom senso e as leis.

Se um juiz determinar que o cidadão X matou o cidadão Z, e se o cidadão Z aparecer vivo no dia seguinte, como poderemos respeitar a sentença?

Se o judiciário se alia a um golpe de Estado que jogou no lixo 54 milhões de votos, como respeitá-lo?

A Folha, assim como outras empresas de mídia, tentam, até hoje, esconder essa vergonha: um golpe de Estado.

Sempre que a Folha entrevistou intelectuais, a maioria dos entrevistados se posicionou duramente contra o impeachment, ao qual consideram, categoricamente, como um golpe. Quase 100% dos brasileiros rejeitam Michel Temer, segundo inúmeras pesquisas, o que sinaliza que o apoio ao impeachment se evaporou. Se conectarmos essas pesquisas à liderança de Lula em intenções de voto para 2018, não é preciso ser um gênio da ciência política para entender que a narrativa fantástica da grande mídia entrou em crise: a população começa a se desligar da ficção criada pela imprensa para justificar o golpe de 2016.

A Globo, atenta a estas mudanças de clima, voltou a abusar do nome de Sergio Moro, que, juntamente com Marcelo Bretas, não sai mais da capa de seus jornais.

Dallagnol e seus cúmplices nos crimes da Lava Jato, entrou numa fase histérica de blogueira teen, e passa, literalmente, os dias e as noites pendurado nas redes sociais, xingando o governo, o STF e o legislativo. E por que? Por causa da brutal redução das despesas com saúde, educação, ciência e tecnologia, programas sociais, investimentos em infra-estrutura? Por causa da entrega de nossas principais riquezas a obscuros e mafiosos interesses estrangeiros? Não! O que provoca indignação a Dallagnol e aos tarados do Ministério Público é o indulto de Natal, onde milhares de brasileiros poderão ver suas penas reduzidas e saírem das masmorras infectas que se tornaram os presídios.

As “instituições” de uma república não devem ser respeitadas quando elas não respeitam o povo brasileiro.

E o golpe violou o que há de mais sagrado numa democracia: o voto.

Quando o presidente da república se rejubila de não ter aprovação, chamando o respeito e o amor que o povo pode ou não ter por seus governantes de uma “prisão”, ele humilha a própria soberania popular.

Sendo assim, o presidente não merece respeito. Nem o presidente, nem o sistema – imprensa e judiciário à frente – que levou tal usurpador ao poder.

O Brasil não é mais uma democracia e suas instituições não são mais democráticas e não merecem mais nenhum respeito.

A única coisa que merece respeito, por parte dos brasileiros, é o diálogo, a informação, o esforço de todos os brasileiros para se olharem nos olhos uns dos outros e encontrarem uma solução para pôr fim à crise.

A imprensa brasileira não merece respeito. É uma imprensa cúmplice do pior crime possível: enganar o povo e conspirar para levar corruptos sem voto ao poder.

A Folha de São Paulo não merece respeito. Assim como outros jornalões, é uma empresa que usou a ditadura militar para destruir seus concorrentes e se consolidar no mercado.

Folha, Globo, Estadão e Veja, vivem do dinheiro público e de lobbies no congresso nacional.

Hoje, esses órgãos de imprensa tem apenas um único objetivo: manter viva a ficção que eles mesmos montaram para enganar a população brasileira, justificar o golpe e aprofundar o regime de exceção.

A Globo, no momento, passa por uma fase delirante, tentando vender uma vigorosa “recuperação econômica”, como se o aumento ou redução na venda de lembrancinhas de Natal tivesse algum significado em meio à ruína dos investimentos em pesquisa, em infra-estrutura, em educação, em saúde.

Universidades, fábricas, lojas, supermercados, governos, as próprias redações de jornal: há processos de demissão em massa em toda parte, uma verdadeira catástrofe social, e a reforma trabalhista, vendida como “geradora de emprego”, está, como previsto, piorando esse quadro.

E a Globo insistindo num recuperação econômica fantasmagórica, que ninguém vê.

Se a revolução não é possível agora, nem no ano que vem, precisamos então pensar em estratégias de longo prazo.

A dívida pública precisa ser auditada.

Todas as iniciativas políticas em favor da usura “legal”, como essas estatais criadas apena

s para transferir receita fiscal para instituições financeiras, precisam ser anuladas.

Já temos informações suficientes para saber que os brasileiros foram e estão sendo roubados, e não nas ficções montadas pela Lava Jato, com suas “organizações criminosas” delirantes, e sim, de maneira muito mais objetiva, em esquemas devidamente legalizados de transferência de verba pública para o sistema financeiro.

Os juros precisam ser controlados.

Precisamos montar um sistema de informação plural e democrático.

O que não é possível fazer agora, que seja então transformado em meta política, em plano de governo, em projeto, e que seja aprovado, com toda pompa necessária, nos programas dos partidos e das organizações.

As cidades brasileiras precisam de grandes investimentos em infra-estrutura, sobretudo de mobilidade urbana: metrôs, vlts, corredores especiais, ciclovias.

O Brasil precisa de ferrovias de alta velocidade.

O projeto para ligar o Atlântico ao Pacífico, via ferrovia transoceânica, precisa sair do papel.

Precisamos materializar o submarino nuclear e criar tecnologias próprias de produção de aviões e navios.

Precisamos desenvolver tecnologias de informação próprias, autônomas. E precisamos de nossos próprios satélites, de maneira a oferecer internet de alta velocidade, a baixo custo, ou mesmo gratuitamente, a todos os brasileiros.

Não há outro jeito.

A única alternativa que nos deixaram é a revolução.


Postado em O Cafezinho em 28/12/2017











Roxo ultra violeta : a cor de 2018



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Felicidade



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Postado em ClaraMente












22 dezembro 2017

São Nicolau. O santo que virou Papai Noel





A história de São Nicolau, o santo mais amado pelas crianças na Rússia, no norte da Europa e nos Estados Unidos, e como surgiu a lenda de Papai Noel.





À esquerda, São Nicolau carrega presentes de Natal em um cartão alemão de 1939. À direita, uma imagem do santo com os três meninos que foram salvos da barrica de salmoura e a bola de ouro que simboliza o dote que o santo ofereceu às três mocinhas pobres.


Luis Pellegrini

O mito de Papai Noel surge da lenda de São Nicolau, santo cristão que nasceu e viveu no Século 4 da nossa Era, na região onde hoje fica a Turquia. Segundo a tradição, São Nicolau deu um dote a três moças pobres muito jovens para que elas pudessem encontrar um noivo e se casar, em vez de terem de enfrentar um destino amargo na prostituição.

Essa história, que mostra bem a condição da mulher naqueles primeiros séculos da Idade Média, logo se difundiu em toda a Europa e deu origem a um costume que perdurou durante muito tempo, o da troca de presentes no dia consagrado ao santo, 6 de dezembro. O costume ainda é praticado nos Países Baixos, na Alemanha e na Áustria, e inclusive em países latinos como a Itália, nas cidades de Trieste e em várias outras da região do Alto Adige. Nesses lugares, a noite de 5 de dezembro ainda é aguardada com ansiedade pelas crianças. As que se comportaram mal deverão prestar contas ao servidor de São Nicolau, uma espécie de bicho-papão peludo e de aspecto demoníaco. Mas o santo deixará presentes, doces e frutas nos sapatos das crianças que foram boazinhas.




Diferentes tradições natalinas

Nos países protestantes, a tradição mudou e assumiu outros rumos. São Nicolau perdeu o aspecto de bispo católico mas manteve o papel de ser benéfico com o nome inicial de Samiklaus, que depois virou Sinterklaus ou Santa Claus. Ele passou então a ser festejado na mesma ocasião da festa cristã mais importante, o Natal.

Mas Papai Noel, o homenzarrão com barba branca e o saco cheio de brinquedos e presentes é, por seu lado, uma invenção norte-americana. Surgiu dos lápis coloridos do desenhista Clement C. Moore que, em 1822, escreveu uma poesia na qual descrevia o bom velhinho como todos até hoje o conhecemos, com barba longa, o carro puxado por renas e tudo o mais. Esse novo Santa Claus teve logo um enorme sucesso, conquistando inclusive a Europa, sua terra de origem, a partir da década de 1950.



Uma representação do bispo São Nicolau (Sinter Claes) feita no século 16 na parede do dique de proteção contra as águas do mar em Amsterdam. São Nicolau é o patrono da Holanda. 



Quem era, afinal, São Nicolau?

Diferente de Papai Noel, São Nicolau realmente existiu. Nasceu em Patara no ano 270 d.C. e foi bispo de Myra, na Lícia (ambas na atual Turquia). Um dos primeiros santos do panteão cristão, sua figura está até hoje envolta em mistério, mas indícios arqueológicos mostram que ele realmente existiu. O seu nome faz parte de antigas listas dos participantes do primeiro Concílio de Niceia (ano 325), uma reunião de todos os bispos da Igreja cristã para se tentar chegar a um acordo quanto a divergências teológicas a respeito da natureza de Cristo.

Na falta de notícias históricas certas, os biógrafos reconstruíram a vida de Nicolau temperando-a com detalhes muitas vezes incongruentes retirados de outras vidas de santos. Filho único de pais ricos, parece que desde a juventude ele tenha manifestado os sinais da sua santidade: às quartas e sextas feiras, dias em que os cristãos deviam respeitar a abstinência prescrita pela Igreja, o pequeno Nicolau mamava apenas uma única vez. Ele não teve uma morte espetacular, como mártir, mas parece que faleceu de velhice, após poucos dias de sofrimento, entre os anos 345 e 352. E como fizera durante toda a sua vida, também depois de morto tomou a defesa da sua comunidade, presenteando os fieis com um óleo perfumado dotado de poderes miraculosos que, misteriosamente, escorria das suas relíquias. Elas foram conservadas na catedral de Myra até o século 11 (e tiradas de lá e levadas para a Itália por soldados da cidade de Bari em 1087).

Até os séculos 7 e 8, sua fama no entanto se limitava à região da Lícia. As coisas mudaram quando, na virada entre os dois séculos, diante do litoral onde fora edificado o seu santuário, bizantinos e árabes combateram pela supremacia marítima. Aconteceu então um salto de status: Nicolau tornou-se o ponto de referência místico dos marinheiros bizantinos e o seu protetor, transformando-se de santo local em santo internacional. Seu culto se expandiu ao longo das rotas marítimas do Mediterrâneo, chegando a Roma e a Jerusalém, a Constantinopla, à Rússia e ao resto do Ocidente. No século 9 se difundiu na Alemanha.




Santo salvador de crianças

Paralelamente se desenvolveu uma sua biografia definitiva, “enriquecida” de novos episódios que não fazem parte da sua história original. Um dos episódios mais famosos é a história das três mocinhas, particularmente difundida entre os séculos 9 e 12: comovido pela sorte de três jovens que o pai pretendia vender para a prostituição, durante três noites seguidas Nicolau fez chegar a elas, através de uma janela semiaberta, saquinhos contendo moedas de ouro. Essas moedas seriam o seu dote, para que as três fossem aceitas em casamento. Essa história deu a Nicolau a fama de generoso doador de bens, bem como a de patrono das virgens e a de garantidor da fertilidade.

Foi a relação especial que Nicolau tinha com as crianças que acabou de consagrar a sua fama de santo benéfico. Conta-se que certa noite três meninos pediram hospedagem em uma pousada. O dono e sua mulher os acolhem com aparente boa vontade. Mas a verdade é que acabara a carne na dispensa da pousada, e para refazer o estoque, os proprietários decidem matar os três rapazes a machadadas e colocar os corpos na salmoura para conservar. Ao final do massacre, São Nicolau bate à porta e pede um prato de carne. Como o dono da estalagem se recusa servi-lo, Nicolau se dirige à dispensa e retira da salmoura os três jovens: todos eles vivos e sadios. Essa lenda circulava sobretudo nas escolas eclesiásticas e nos seminários onde, no dia 28 de dezembro, era celebrada a Festa dos Inocentes, uma festividade de origem que, como tantas outras, fora incorporada ao calendário litúrgico católico. Na ocasião, os estudantes e seminaristas elegiam o “pequeno bispo”, que presidia os festejos e distribuía presentes.




Esses festejos, que preservavam muitos aspectos das saturnálias pagãs dos romanos, atingiram o seu ápice no século 16, quando começaram a incomodar as autoridades da Igreja. Mas Nicolau continuou a sobreviver nas escolas e nas casas graças às crianças, que continuaram a festeja-lo e a receber os seus presentes.

Até hoje, a história e a devoção a São Nicolau permanece viva e é muito difundida em duas cidades italianas: Bari e Veneza. Depois que a cidade de Myra foi tomada pelos muçulmanos, em 1807, os soldados bareses organizaram uma expedição até aquele lugar para recuperar as relíquias do santo. Acabaram invadindo e saqueando toda a cidade e as relíquias do santo (os seus ossos) fizeram parte do butim.

Cerca de dez anos depois, foi a vez de os venezianos invadirem Myra e recuperarem alguns ossos remanescentes de Nicolau. Os venezianos transportaram aqueles restos para a Abadia de São Nicolau, no Lido, em Veneza, e passaram eles também a se vangloriar pela posse das relíquias. São Nicolau foi declarado protetor da frota marítima de La Sereníssima. A ele foram dedicadas várias igrejas e monumentos, como o Duomo do Jardim da Sereníssima, e inclusive a cidade de Sacile, na região do Friuli, da qual ele é o patrono.

Uma dúvida, no entanto, pairou no ar durante séculos: O São Nicolau de Bari é o mesmo Nicolau de Veneza? Em 1982, uma análise de Dna estabeleceu finalmente que os restos pertencem à mesma pessoa. O que sobrou do santo que deu origem a Papai Noel está hoje na Itália.



Postado em Brasil 247




21 dezembro 2017

O Natal está chegando ! Prepare seus melhores sentimentos.



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Alessandra Piassarollo

Estamos vivendo o período mais festivo do ano. Tempo de confraternização, presentes, encontros e reencontros. Deixe-se levar pelos bons sentimentos que estão no ar e aproveite a festa; permita-se contagiar por eles.

Sinta o prazer de estar mais perto, apreciando a companhia de quem lhe quer bem. O Natal é exatamente isso: um tempo em que as pessoas permitem-se ficar mais próximas umas das outras e experimentar as boas emoções de forma mais intensa.

Nenhuma época do ano é tão propícia para reflexão quanto essa. Nesse momento são feitos pequenos balanços e tudo é colocado na ponta do lápis; a alegria pelo que deu certo é exposta, o que faz deste um tempo de sorrisos abundantes; e novas expectativas são lançadas, em favor de acertar o que não deu certo até então. Permita-se entrar neste clima e analisar como foi o desenrolar desses últimos meses.

No Natal as pessoas tornam-se mais abertas ao diálogo e mais dispostas a retomar as relações que não foram bem-cuidadas ao longo do ano. Aproveite para rever as suas e fazer os ajustes necessários para que sejam mais prazerosas daqui para frente. É a época perfeita para resgatar a proximidade com familiares e amigos que andam meio distantes de você.

Aproveite também para fazer as pazes consigo mesmo, com a balança e com o espelho. Não perca tempo contrariando o fato de que você é uma pessoa especial por ser exatamente como é.

Pense também nos sentimentos que quer cultivar. Neste tempo o que mais se quer é Paz e Amor no coração. Projete os mesmos desejos para os meses que se seguirão. Busque acima de tudo, viver de forma pacífica com as pessoas que estão à sua volta. Livre-se de intrigas e relacionamentos pouco saudáveis. Isso o ajudará a viver em paz consigo e a sentir-se mais amado.

Por fim, comemore com entusiasmo e leveza. Pense em quanto você é afortunado em poder celebrar mais este Natal. E seja grato! Você recebeu uma dádiva e deve celebrá-la. Afinal, a vida é o presente mais incrível que existe.

– Para você, Paz e Luz neste Natal !



Postado em Conti Outra



20 dezembro 2017

Lula vai até o fim. Mas quem é o Lula do terceiro mandato ?



Fotos: Ricardo Stuckert






No vídeo acima, debate na tv web  TV 247  com os jornalistas Paulo Moreira Leite, Alex Solnik  e  Leonardo Attuch sobre a entrevista de Lula a um grupo de jornalistas.


LULA : QUEM VOTA EM PRESIDENTE PROGRESSISTA, VOTA EM PARLAMENTAR PROGRESSISTA


247 - A principal mensagem transmitida pelo ex-presidente Lula a jornalistas durante uma entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira 20 em São Paulo é a de que o Brasil precisa de um novo modelo de governabilidade e que ele, se for eleito presidente, vai precisar de uma bancada de apoio ao seu governo.

Questionado se poderia reverter algumas das medidas do governo Michel Temer, estando na presidência, independente de referendo revogatório, Lula disse que pretende formar maiorias pelo Congresso, ouvindo a sociedade e os parlamentares.

Todo o eixo da campanha presidencial de Lula em 2018 será no sentido de defender um Congresso mais alinhado com seu programa. "Quem vota em presidente progressista vota em parlamentar progressista", defendeu o ex-presidente. "As pessoas precisarão perceber a importância do Congresso", completou.

A união entre os poderes será fundamental para que Lula reverta as medidas do governo Temer caso seja eleito. Lula também sinalizou que pretende realizar um terceiro mandato ousado, isentando a classe média de impostos e taxando o andar de cima.

Ao comentar a candidatura de Ciro Gomes, Lula lembrou da lealdade que o ex-ministro teve a ele na época do mensalão e afirmou que Ciro precisa aprender com o tempo que as palavras têm peso e que ele, com o diz, está ferindo a si próprio.

De uma forma elegante, disse que não queria ter um candidato a vice-presidente mais velho do que ele, quando indagado sobre os rumores de uma chapa com o senador Roberto Requião (PMDB-PR). Requião tem 76 anos e Lula, 72. 

Sobre o julgamento do TRF4, marcado para 24 de janeiro, Lula informou que não estará presente porque fará uma viagem à África, onde participará de um debate sobre a fome no mundo. Ele declarou que não desistirá da candidatura em nenhuma hipótese e que irá "até as últimas consequências".

"Eu não vou passar pra história como um inocente condenado", ressaltou. Para Lula, o procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato, deveria ser exonerado a "bem do serviço público".


Comemoro no dia 25 de Dezembro o nascimento deste Jesus !



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